sábado, 13 de novembro de 2010

Sugestão de atividade para trabalhar a Literatura em sala de aula digital

PUC MINAS – BETIM
IEC – Instituto de Educação Continuada
Disciplina: Práticas Discursivas em Ambiente Digital
Professora: Else Martins Santos
Alunas: Aparecida Miranda, Janilda Izabel.

Webquest: É uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na web. Onde alguma ou  toda informação com que os alunos interagem provém da Internet. ( Bernie Dodge)

Introdução:
Esta Wequest visa conhecer as multifaces de Fernando Pessoa e seus heterônimos, um dos mais importantes poetas da Literatura Portuguesa.

Tarefa:

Apresentar em  Sarau, alguns  poemas de Fernando Pessoa e seus principais heterônimos.

Processo:
1- A sala será dividida em quatro grupos.

2- Cada grupo trabalhará com um autor de acordo com o  roteiro abaixo: 
grupo 1 - Fernando Pessoa
grupo 2 - Ricardo Reis
grupo3  -  Álvaro de Campos
grupo 4 -  Alberto Caeiro

3- Antes de pesquisar sobre os autores faça um levantamento das questões abaixo.
a- Vá ao site: www.infopedia.pt/$heteronimia e descubra o que é heteronímia.
b- Após pesquisar o site http://pt.wikipedia.org/wiki/sarau
Diga com suas palavras o que é um sarau?
c - Consulte o site http://pt.wikipedia.org/wiki%c3%81ivaro que fala sobre pseudônimo e heterônimo. E responda existe diferença entre pseudônimo e heterônimo quais?
d - Leia sobre poemas e poesias no site http:/www.spectrumgothic.com.br/literatura/gêneros.htm e  conceitue  poema e poesia? Como é apresentado o poema? Em qual forma era escrito os poemas? Como surgiu a poesia?

4- Pesquise e responda: Sobre Fernando Pessoa
Quem foi Fernando Pessoa?
A que período literário ele pertence?
Quais os principais acontecimentos na sociedade no período em que o autor viveu?
Qual foi a grande criação estética de Fernando Pessoa?
Quais tipos de discurso poético utilizado nas obras de Fernando Pessoa?
Quais são os  principais heterônimos de Fernando Pessoa?
Ricardo Reis
Quem foi Ricardo Reis?
Quais foram as temáticas apresentadas por Ricardo Reis? Explique-as.
Qual o estilo de suas obras?
Álvaro de Campos
Quem foi Álvaro de Campos?
Porque Álvaro de Campos foi considerado o mais moderno entre os irmãos heterônimos?
Quais as fases apresentadas na poesia de Álvaro de Campos?
Alberto Caeiro
Quem foi Alberto Caeiro? Em que período ele viveu?
Quais foram as temáticas utilizadas por Alberto Caeiro?
Qual o estilo da sua obra?

5- A partir da realização da pesquisa cada aluno escolherá um poema do autor trabalhado.
- Fazer apresentação oral dos poemas em Sarau, caracterizando os personagens.
- Cada aluno  deverá enviar o material para o e-mail da professora orientadora.
Recursos:
Você poderá pesquisar nos sites abaixo:
http://www.brasilescola.com/literatura/fernando -seus-heteronimos.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo-Reis
http://www.mafua.ufsc.br/numero09/ensaios/puccini.htm
http://www.brasilescola.com/literatura/fernando -seus-heteronimos.htm

Avaliação
O trabalho será avaliado individualmente em 15 pontos e seguirá os seguintes critérios:
a- Conseguiu definir de forma clara e objetiva os questionamentos?
b- Conseguiu perceber as diferenças entre pseudônimo e heterônimo?
c- Conseguiu caracterizar os personagens e apresentar os poemas oralmente no Sarau?
d- Participou ativamente na realização do trabalho?
e) Apresentou com eloqüência os poemas?

Conclusão
Todos os passos apresentados foram para proporcionar o conhecimento literário dentro do modernismo português “Fernando Pessoa e seus Heterônimos”.
Esperamos que a realização desta webquest impulsione os participantes para o conhecimento e aprimoramento das obras literárias, da mesma forma  o uso da tecnologia digital.


Créditos
Webquest proposta como atividade avaliativa da disciplina Práticas discursivas em ambiente de Tecnologia digital orientada pela professora Else Martins dos Santos


Referências

http://www.brasilescola.com/literatura/fernando -seus-heteronimos.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo-Reis
http://www.mafua.ufsc.br/numero09/ensaios/puccini.htm
http://www.brasilescola.com/literatura/fernando -seus-heteronimos.htm
http:/www.spectrumgothic.com.br/literatura/gêneros.htm

terça-feira, 9 de novembro de 2010

VICIADOS EM F7 ?



(Carla Viana Coscarelli e Else Martins dosSantos)

                  O texto viciados em F7 das autoras Carla Viana Coscarelli e Else Martins dos Santos é muito interessante, pois, o mesmo leva-nos a refletir sobre algumas práticas relacionadas ao uso do corretor gramatical,  e, como sua influência na escrita é inevitável.
                  Diante do que as autoras apresentam os produtores de textos ao usar o corretor gramatical, precisam ter muito cuidado no momento da revisão dos aspectos formais do texto. Segundo as autoras o programa de computador só faz uma alerta ao produtor para estruturas a serem revisadas, mas não trabalha no lugar do indivíduo que está escrevendo.
                  Cabe ao usuário da língua e dos programas tomarem algumas decisões em relação ao corretor gramatical para chegar a um bom produto final.  Considerando que ao deixar o corretor fazer esse serviço não é prova de incompetência lingüística e nem atestado de ignorância usar o corretor ortográfico , mas,  uma prova de bom índice digital, pois, significa ou pelo menos indica que o indivíduo tem o hábito da escrita e domina os recursos básicos e úteis dos editores de textos.  
                  De acordo com as autoras quem deixar de usar o corretor, está longe de ser uma atitude inteligente, produtiva e vantajosa. O que percebemos no decorrer do texto é que utilizar recursos como o F7, Control Z agiliza a escrita dando mais segurança ao usuário.
                  Portanto reconhecer diferentes fontes afirma as autoras é de suma importância para que sejamos capazes de ler qualquer texto. Necessário se faz analisar até onde isso é bom ou prejudicial,  aperfeiçoar, estudar e  entender as exigências que a escrita padrão exige.

sábado, 6 de novembro de 2010

Algumas práticas saudáveis para pensarmos o bom uso da Internet

 


·        Use a internet de modo positivo. Divulgue boas idéias, compartilhe conhecimento e colabore com outros usuários:
·        No mundo virtual a única forma de saber o que o outro quer dizer é ler o que está escrito e interpretar. Assim, é importante ser claro e objetivo ao escrever, de forma a não provocar interpretações falsas;
·        Você pode usar emoticons com moderação, sem exageros, mas nunca em mensagens formais:
·        Ao copiar textos e conteúdos de terceiros, use o bom senso e cite a fonte, o autor a referência bibliográfica;
·        Utilize expressões como “Bom dia”, “Olá”, “Oi”, “Até mais”, “Atenciosamente”, “Obrigado”, entre outras, ao iniciar e finalizar suas mensagens;
·        Não  se esqueça de sempre assinar seu nome;
·        Ao enviar a mesma mensagem para várias pessoas, utilize o campo Com Cópia Oculta (CCO). Desse modo, você preserva os endereços dos remetentes. O ‘CCO’ também evita as intermináveis respostas em cascata, quando todos respondem para o grupo sem necessidade;
·        Não use letras maiúsculas o tempo todo para escrever um e-mail, fazer um comentário em um blog ou publicar alguma coisa em um site de relacionamentos, isso é a mesma coisa que gritar com quem você está falando. Use letras maiúsculas e minúsculas da mesma forma que na escrita normal:
·        Evite incomodar as pessoas, amigos e conhecidos com mensagens que repassem correntes, piadas ou curiosidades, nem todo mundo gosta de receber esse tipo de conteúdo;

                                                                                             (Professora :Else Martins dos Santos)

EDUCAÇÃO E CYBERCULTURA


( Pierre Lévy)

O autor Pierre Lévy no texto  Educação e Cybercultura  apresenta grandes  mudança no processo de educação e formação. E uma delas é a adaptação dos dispositivos e do espírito do aprendizado aberto e à distância ( AAD ) no dia-a-dia e no ordinário da educação.
Podemos perceber que a hipermídia, as redes interativas de comunicação e todas as tecnologias intelectuais da cybercultura proporcionaram uma extensão na vida da sociedade onde se refletem os aprendizados personalizados e os aprendizados cooperativos.  “ O docente vê-se chamado a tornar-se um animador da inteligência coletiva de seus grupos de alunos...”
De acordo com a citação percebe-se que a função do docente em sala de aula é deslocar-se para o lado do incentivo, sua atividade terá como centro o acompanhamento e o gerenciamento dos aprendizes, ao unir experiência, saber, novas tecnologias e dinamismo no processo de mediar o conhecimento.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O DESENVOLVIMENTO DO CONHECIMENTO LINGUÍSTICO – DISCURSIVO: O QUE SE APRENDE QUANDO E APRENDE A ESCREVER?

Maria da Graça Costaval

Grupo: Aparecida Miranda;David Gabriel;Janilda Izabel;Joana D´Arc

Nas relações entre texto e suas condições de produção, há especificidades que diferem os gêneros discursivos orais dos escritos, de modo que há um conhecimento lingüístico-discursivo específico a se desenvolver quando se aprende a escrever.
Marcuschi diz que não é pertinente polarizar as diferenças entre a fala e a escrita
 “O texto é função de suas condições de produção”. Tanto na fala como na escrita, a explicitude, a autonomia, o grau de formalidade, enfim, a configuração conceitual e formal do texto resulta da interação do produtor com as circunstâncias do processo interlocutivo em que se engaja.
            A maioria das situações de interação verbal do cotidiano se caracteriza pela presença dos interlocutores, pela coloquialidade e pelo alto grau de cooperação mútua e conhecimentos partilhados.
            Nessas condições, é normal que se tomem como das informações advindas do contexto imediato, percebidas concomitantemente pelos interlocutores,  e que se utilizem, junto com as formas lingüísticas segmentais, recursos prosódicos, gestos, movimentos, expressões faciais. A grande e decisiva diferença da escrita com relação às situações de fala é a distância física entre os interlocutores. Em geral no texto escrito a preocupação maior é a ordenação e articulação dos temas. Tende-se a lexicalizar informações que poderiam ser expressas por recursos não-verbais no texto falado.
            A produção de texto tanto falado quanto escrito apresenta diversas situações de produção, nas quais a práxis social vai estabelecendo diferentes gêneros discursivos. Como explica Bakhtim  “cada esfera de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados – os gêneros do discurso”.
            Vivendo em sociedades letradas, em geral, mesmo antes de saberem ler e escrever, as crianças já formulam hipóteses quanto à configuração e ao funcionamento de alguns gêneros discursivos escritos, em função da interação com diversos tipos de impresso e portadores de escrita, das leituras que ouvem e da observação de adultos e crianças leitoras.
            A alfabetização proporciona a condição básica de acesso ao “mundo da escrita”, mas deveria levar as crianças a desenvolver se conhecimento lingüístico-discursivo dos gêneros escritos, assim como o fazem, intuitiva e  assistematicamente, com gêneros orais. Diante dessa realidade é papel do professor de Português, criar oportunidades de exercício efetivo da leitura e da escrita e na orientação de reflexões sistemáticas sobre os recursos composicionais e expressivos mais usuais nos gêneros discursivos escritos.
            O processo de produção textual segundo Castilho é constituído de três atividades básicas e inter-relacionadas: A “situação”, que consiste na avaliação e tomada de posição do produtor diante das circunstâncias da interlocução: a “cognição”, que inclui a ativação, geração e articulação dos conhecimentos necessários e pertinentes àquele processo interlocutivo: e a “verbalização”, que é tradução em palavras dessas operações mentais, através da estruturação gramatical e semântica dos enunciados que vão compondo o texto. Além disso, a produção textual envolve um constante monitoramento que vai sendo produzido (retifica ou ratifica o planejamento, reformulações na orientação argumentativa) do surgimento de novas idéias ou novos modos de compreender o tema em foco.
            A produção de discurso escrito segundo Cooper & Matsuhashi é uma atividade quase totalmente consciente, muito pouco automatizada, que requer do sujeito esforço de planejamento deliberado e focal. De acordo com Vygotsky a transformação do discurso interior em escrita requer a “estruturação deliberada do fluir do significado”.
            Na comunicação face a face, o interlocutor faz as reformulações simultaneamente
ao processo de construção. No texto escrito o leitor espera interagir com o produto acabado. O discurso escrito tende a ser mais autônomo, mais independente do contexto do que o texto oral. Segundo Castilho a língua falada considera “o modo pragmático” e a escrita “ o modo sintático” da linguagem.
            Produzir um texto envolve a construção de superestrutura que é a forma ou esquema global constitutivas de determinado tipo de discurso. Macroestrutura semântica: seleção, ordenação e articulação dos temas  ou tópicos do discurso; Microestrutura: segundo Bakhtin escolhas lexicais e a estruturação sintática dos enunciados.
            Para Bakhtin nesse plano há uma padronização histórica e socialmente sedimentada, em função da prática lingüística dos falantes. Os aprendizes da escrita apresentam dificuldade   de produzir uma imagem adequada do leitor e das condições de leitura de texto, eles podem também desconhecer muitos dos gêneros discursivos escritos que circulam na sociedade, necessitando, pois, de modelos que orientem a elaboração de seus próprios textos.
            A partir desses postulados, pode-se, então, concluir, quem há um trabalho a ser realizado pelo professor de Português no sentido de tornar explicitas para os alunos as especificidades dos processos de produção dos diversos gêneros discursivos escritos, com vistas a ampliar suas possibilidades de expressão verbal.   

quinta-feira, 4 de novembro de 2010


" Se é impossível vivermos sem todo o aparato tecnológico, é necessário, pelo menos, enxergarmos que é meio, e não fim. Isso quer dizer que devemos nos tornar senhores ( e não escravos )  dessas ferramentas, fazendo com que elas estejam a nosso serviço"

                                                                                                                               ( Vicente Oliveira )





quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Para comunicar humor e sarcasmo em seus textos use emoticons


Para se sair bem como netizen, não basta seguir a etiqueta. Visto que muitas vezes é difícil expressar emoções, intenções ou tom somente com texto, os primeiros usuários da Internet inventaram os emoticons, que são expressões faciais virtuais compostas de caracteres básicos do teclado, como os dois-pontos e o parêntese direito (lembre-se de girar a cabeça para a esquerda, visto que os emoticons ficam de lado, a 90º!).
Estes são alguns exemplos de emoticons comumente usados:
:-)   Feliz ou brincando
;-)   Piscando
:-(   Infeliz
:-|   Ambivalente
:-o   Surpreso ou preocupado
:-x   Bico calado
:-p   Mostrando a língua (geralmente de brincadeira)

É fácil e divertido usar emoticons e você pode até criar os seus próprios. :-}


terça-feira, 2 de novembro de 2010

Como proceder ao fazer o uso dos recursos tecnologicos: Netiqueta

Aplique a regra de ouro: Trate os outros como gostaria de ser tratado.
Lembre-se de que há uma pessoa do outro lado da sua mensagem.
Saiba onde está e use o bom comportamento apropriado.
Desculpe os erros de outras pessoas, especialmente os novatos.
Mantenha sempre a calma, especialmente se alguém o insultar (ou se você achar que foi esse o caso).
Evite usar TEXTO EM MAIÚSCULAS para ênfase – alguns usuários encaram isso como uma maneira de “gritar”.
Não use linguagem inadequada ou ofensiva.
Use seu nome ou apelido online de maneira consistente e assine todas as mensagens com ele (mas proteja sua verdadeira identidade nunca usando seu nome completo).
Nunca envie ou encaminhe mensagens indesejadas (normalmente chamadas de spam).
Evite discussões constantes e inflamadas ou "flame wars".
Verifique sua ortografia, seja conciso e envie mensagens curtas.
Ao participar de salas de bate-papo, não interrompa as outras pessoas e restrinja-se ao tópico.
Siga as mesmas regras de bom comportamento que seguiria na vida real.
Use emoticons para ajudar a comunicar humor e sarcasmo e aprenda os acrônimos comuns online.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Cultura Digital: Uma nova estratégia de Alfabetizar


      A sociedade está vivendo em um momento que para atender a demanda de uma nova configuração dos modos de aquisição de conhecimento trazida pelas novas tecnologias de informação e comunicação levam educadores a buscar se atualizar no uso dessas novas ferramentas.
      Com o avanço da cultura tecnológia torna ainda mais urgente a necessidade de reinventar a escola. Reiventar no sentido de buscar formas de ensinar e aprender um novo modelo de construção do conhecimento que as  tecnologias trouxeram para estimular nos alunos a ciratividade, o conhecimento de novas informações e  capacidade cognitiva.
      É comum  professores reclamarem da dificuldade de ensinar as novas gerações habituadas à velocidade desta tecnologia e para  adquirir autonomia, compreender os mecanismos do processo de aprendizagem na era da informação, o professor não deve contentar em aprender a técnica para o uso deste ou de outro equipameto em sala de aula, mas ir além, conhecendo os beneficios que está por trás dos novos mecanismos tecnológicos. Levando em consideração que a interação com outros profesores, mediada por esse suporte, possibilita  novas opções de caminhos, colaborando  com  a propriação da linguagem digital e no novo modo como esse espaço funciona.
      Aprendendo a lidar com o modelo que era antes  desconhecido de sua prática pedagógica.